Após
o nascimento de um bebê, é normal que as atenções sejam voltadas para ele, mas
não podemos esquecer que grande parte da saúde e bem-estar de um recém nascido
depende em grande parte do bem estar e saúde da mãe.
É
muito comum a mulher protelar os cuidados próprios para dar atenção integral ao
filho. Mas após o parto, normal ou cesárea, a mulher sofre com várias
alterações anatômicas causando dor.
Com o parto vaginal, alterações estruturais ósseas combinados
com frouxidão ligamentar tornam as mulheres particularmente propensas a
disfunções sacroilíacas, o que pode causar graves desconfortos. No caso das
mulheres que tiveram cesariana temos as complicações da uma grande cirurgia
abdominal, ou seja, alterações no sistema pressórico de pelve e abdômen e a
cicatrização que futuramente irá formar aderências e restrições de mobilidade
de tecido conjuntivo.
Aos fatores
predisponentes à disfunção somática em todos os pacientes no pós-parto incluem
alterações posturais e estresse emocional, que coletivamente levam a
irritabilidade dos músculos e aumento da dor. A dor é uma das queixas mais
comuns no pós-parto por mulheres nos Estados Unidos, e a dor varia em sua
localização. A pesquisa sobre estratégias de intervenção para a dor pós-parto
tem focado principalmente na parte inferior das costas, a famosa lombalgia, mas
o manejo da dor para outros tipos de dor pós-parto permanece obscuro.
Muitas técnicas da
Osteopatia são capazes de ajudar a relaxar músculos contraídos, aliviar a dor
nas articulações e aliviar a tensão ligamentar, reduzindo, assim, o quadro
álgico.
Já existem estudos
que comprovam a eficácia do tratamento Osteopático no alívio de dor no
pós-operatório.
osteopatiacientifica.blogspot.com.br/2016/08/a-osteopatia-no-pos-parto-umensaio.html
Mas
é preciso que a mulher tenha apoio e consciência da importância de se sentir
bem e saudável.
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